sábado, 14 de agosto de 2010

MAGNIFICAT

No "Cântico de Maria" (Lucas 1:46-55), a doce serva canta lindamente uma verdade eterna: a vinda do Filho de Deus a ser gerado em seu ventre, significava que a graça irradiava para todos, inclusive, para ela mesma. Sim, pois ela, consciente de sua humanidade e, portanto, de sua pecaminosidade, admite:
"Minha alma glorifica o Senhor, meu espírito exulta em Deus, meu Salvador" (Lucas 1: 46-47).

Maria sabia que também precisava do Filho de Deus, o único mediador entre Deus e os homens, e que, embora tivesse tido o privilégio de ser sua bem-aventurada mãe biológica, precisava, mais que tudo, tê-lo como seu Senhor e Salvador. A sua alegria consistia em saber-se incluída na totalidade daqueles que eram alvo da misericórdia de Deus.
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